Revenue AIOS
O número da previsão.
A previsão do mês feita com o que aconteceu em cada negócio, e não com a impressão de cada um.
Para quem dirigePara o comercial
Nesta nota
No último dia útil do mês, o diretor comercial pergunta a cada vendedor quanto vai fechar. Cada um responde com a sua impressão. Um diz que está quase. Outro diz que o cliente gostou. O diretor soma as respostas, desconta o que conhece de cada pessoa e leva um número à diretoria.
É um número honesto. Mas ele nasceu de conversa, e conversa muda de um dia para o outro. No mês seguinte, ninguém consegue dizer de onde veio cada parte dele.
Quem fecha o número
Quem dirige olha a lista, escolhe o que conta e o que não conta, e fecha o número. A decisão continua com quem responde por ele.
O Oz começa propondo. Subir ou descer um degrau é decisão de quem dirige. Na previsão, o Oz propõe a leitura, a pessoa que cuida da conta confere, e quem dirige assina.
Uma previsão boa mostra de onde veio cada parte do número.
Previsão por impressão
A impressão de um vendedor depende do último telefonema e do humor da semana. Duas pessoas olhando para o mesmo negócio chegam a números diferentes, e nenhuma está mentindo.
A pergunta pede uma opinião. A diretoria precisa de um registro.
O vendedor não tem culpa. Ele passa o dia com clientes, e a etapa no sistema fica para depois. Quando o diretor pergunta, ele responde com o que lembra. O que lembra é o que mais pesou na semana, e nem sempre é o que mais importa para o mês.
Os fatos de cada negócio
Um negócio tem uma história curta e verificável. Em que etapa do funil está. Quando foi o último contato. Se houve ligação ou e-mail. Se a proposta saiu e se alguém respondeu.
O Oz acompanha esse registro e entrega a lista do que pede acompanhamento. Ele não diz quanto o mês vai fechar. Ele mostra o que se sabe de cada negócio, e o que ainda não se sabe.
O que não se sabe também é informação. Um negócio em negociação sem nenhum contato novo há semanas pede uma pergunta antes de entrar no número.
| Negócio | Etapa | Último fato | Pede acompanhamento |
|---|---|---|---|
| Negócio A | Proposta | E-mail registrado na terça | Sim, sem resposta |
| Negócio B | Qualificação | Ligação registrada | Não |
| Negócio C | Negociação | Sem registro novo | Sim, parado |
A leitura chega pelo formato que a diretoria combinou. Em qualquer formato, a prestação de contas responde às mesmas três perguntas: o que foi feito, quanto custou e o que precisa da decisão de alguém. Na reunião de vinte minutos por semana, o tempo vai para o item que pede decisão.
Quando a previsão erra
Vai errar, como toda previsão. Um cliente muda de ideia, um contrato trava no jurídico, uma compra é adiada por um motivo que nenhum registro mostra.
A diferença está no que se faz depois, e no que o time aprende para o mês seguinte. Com a previsão feita por impressão, o erro vira discussão sobre quem disse o quê. Com a previsão feita por fatos, o erro vira pergunta: qual fato faltava, ou qual fato foi lido de outro jeito?
O número da previsão continua sendo de quem dirige. O que muda é a origem dele: uma lista de fatos, com o que falta escrito ao lado.
Para ver como esse número chega à mesa de quem decide, leia A mesa do diretor.


