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O diagnóstico, passo a passo.

O que se olha antes de qualquer ferramenta, na ordem em que acontece.

Nesta nota
  1. 01O que se pede
  2. 02As duas etapas
  3. 03O que sai do diagnóstico
  4. 04O que fica de fora

Todo trabalho do Oz numa empresa começa do mesmo jeito: por um diagnóstico, feito pelo nosso time com o seu. Antes de qualquer agente, antes de qualquer ferramenta, antes de qualquer proposta de mudança.

Esta nota descreve o que acontece no diagnóstico, na ordem em que acontece.

O que se pede

O diagnóstico pede pouco, mas pede o certo:

  • uma conversa com a diretoria, para entender o que a empresa quer da receita neste ano;
  • acesso a quem vende, a quem atende e a quem monta as propostas;
  • uma leitura do histórico: pedidos, propostas, conversas com clientes, tabela de preço;
  • as ferramentas que o time já usa, do jeito que estão.

Ninguém precisa arrumar nada antes. O estado real da casa é exatamente o que se quer ver.

As duas etapas

Primeira etapa

  1. A conversa com a diretoria. O que a empresa quer, que número importa, o que já foi tentado.
  2. O caminho da receita. Como um cliente chega, quem fala com ele, quando a proposta sai, quem assina.
  3. As pessoas. Quem faz cada etapa, e o que cada uma faz que não está escrito em lugar nenhum.

Segunda etapa

  1. Onde a receita escapa. Propostas sem resposta, clientes que pararam de comprar, cotações que chegaram fora de hora.
  2. O que já funciona. O que a empresa faz bem, e que ninguém deve mexer.
  3. O número e o primeiro fluxo. O indicador que vai ser acompanhado toda semana, e por onde começar.

Cada passo termina com uma conversa curta com quem foi ouvido, para conferir se o que foi entendido é o que acontece de fato.

O diagnóstico: cada etapa, e onde ela espera a conversa com quem foi ouvido.

O que sai do diagnóstico

No fim do diagnóstico, a diretoria recebe quatro coisas, numa reunião só:

EntregaO que é
O mapaOnde a receita escapa, etapa por etapa
O númeroO indicador combinado, que fica na mesa toda semana
O primeiro fluxoPor onde o trabalho começa, e por quê
O nomeA pessoa que vai cuidar da conta a partir dali

O diagnóstico termina quando a empresa sabe por onde começar.

O que fica de fora

Ele não muda nada de lugar. Não troca ferramenta, não reescreve processo, não avalia vendedor. O que aparece de errado vai para a diretoria como fato, com a pergunta junto, e a decisão continua sendo da empresa. Se o diagnóstico mostrar que o Oz não é o caminho para a sua empresa agora, isso também é dito, com o motivo.

Também não promete número. O indicador combinado é um compromisso de acompanhar, não uma previsão. O porquê desse cuidado está em Os móveis no lugar.

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