Revenue AIOS
O diagnóstico, passo a passo.
O que se olha antes de qualquer ferramenta, na ordem em que acontece.
Todo trabalho do Oz numa empresa começa do mesmo jeito: por um diagnóstico, feito pelo nosso time com o seu. Antes de qualquer agente, antes de qualquer ferramenta, antes de qualquer proposta de mudança.
Esta nota descreve o que acontece no diagnóstico, na ordem em que acontece.
O que se pede
O diagnóstico pede pouco, mas pede o certo:
- uma conversa com a diretoria, para entender o que a empresa quer da receita neste ano;
- acesso a quem vende, a quem atende e a quem monta as propostas;
- uma leitura do histórico: pedidos, propostas, conversas com clientes, tabela de preço;
- as ferramentas que o time já usa, do jeito que estão.
Ninguém precisa arrumar nada antes. O estado real da casa é exatamente o que se quer ver.
As duas etapas
Primeira etapa
- A conversa com a diretoria. O que a empresa quer, que número importa, o que já foi tentado.
- O caminho da receita. Como um cliente chega, quem fala com ele, quando a proposta sai, quem assina.
- As pessoas. Quem faz cada etapa, e o que cada uma faz que não está escrito em lugar nenhum.
Segunda etapa
- Onde a receita escapa. Propostas sem resposta, clientes que pararam de comprar, cotações que chegaram fora de hora.
- O que já funciona. O que a empresa faz bem, e que ninguém deve mexer.
- O número e o primeiro fluxo. O indicador que vai ser acompanhado toda semana, e por onde começar.
Cada passo termina com uma conversa curta com quem foi ouvido, para conferir se o que foi entendido é o que acontece de fato.
Roda sozinho até parar em uma pessoa
O que sai do diagnóstico
No fim do diagnóstico, a diretoria recebe quatro coisas, numa reunião só:
| Entrega | O que é |
|---|---|
| O mapa | Onde a receita escapa, etapa por etapa |
| O número | O indicador combinado, que fica na mesa toda semana |
| O primeiro fluxo | Por onde o trabalho começa, e por quê |
| O nome | A pessoa que vai cuidar da conta a partir dali |
O diagnóstico termina quando a empresa sabe por onde começar.
O que fica de fora
Ele não muda nada de lugar. Não troca ferramenta, não reescreve processo, não avalia vendedor. O que aparece de errado vai para a diretoria como fato, com a pergunta junto, e a decisão continua sendo da empresa. Se o diagnóstico mostrar que o Oz não é o caminho para a sua empresa agora, isso também é dito, com o motivo.
Também não promete número. O indicador combinado é um compromisso de acompanhar, não uma previsão. O porquê desse cuidado está em Os móveis no lugar.
