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O custo de cada tarefa.
O que entra na conta, onde você vê e quem define o teto.
Nesta nota
Toda diretoria já aprovou uma despesa que só entendeu depois. Uma ferramenta cobrada por usuário que ninguém usa. Um pacote de horas que acabou no meio do mês. Com agentes, o receio é o mesmo, e com um motivo a mais: o custo depende do trabalho feito, e o trabalho muda todo dia.
Por isso, no Oz, o custo de um agente aparece no mesmo lugar em que o trabalho acontece.
O que entra na conta
O custo de um agente é a soma das tarefas que ele fez. Cada tarefa tem o seu: preparar uma proposta, acompanhar um retorno, montar uma lista de prospecção, responder a uma cotação. Uma tarefa longa custa mais que uma curta. Nada além disso entra na conta do agente.
| O que você vê | Onde aparece |
|---|---|
| O custo de cada tarefa | Na própria tarefa, ao lado do trabalho |
| O custo de cada agente | Na prestação de contas, no ritmo combinado |
| O uso do teto de gasto | Na prestação de contas, junto do que pede decisão |
Sem jargão
Não há unidade técnica para decorar. O custo aparece em dinheiro, por tarefa e por agente. Quem lê a prestação de contas não precisa saber como o agente funciona por dentro para saber quanto ele custou.
Quem define o teto
O teto de gasto é um limite que a sua empresa define, por agente ou para a conta inteira. O sistema trabalha dentro dele. Quando o teto pede revisão, a pergunta chega a quem decide, com o motivo.
Teto definido por quem dirigeParou no teto
Na prática, a definição segue três passos:
- Quem cuida da conta propõe um teto, a partir do diagnóstico e do volume de trabalho de cada fluxo.
- A diretoria aprova, ajusta ou recusa, como faria com qualquer orçamento.
- O teto é revisto no ritmo combinado, com o histórico do que foi gasto e do que foi feito.
Um custo que só aparece no fim do mês já é uma decisão tomada por outra pessoa.
Custo e alçada andam juntos
Teto e degrau são duas partes da mesma decisão. O degrau diz o que o agente pode fazer. O teto diz quanto ele pode gastar fazendo. Subir um agente de degrau sem olhar o teto é tomar metade da decisão.
Os degraus estão descritos em Quatro degraus para delegar. Na conversa sobre alçada, vale levar os dois números à mesa: o que o agente fez no degrau atual e quanto custou fazer.
Ao lado do que voltou
O custo sozinho diz pouco. Ele ganha sentido ao lado do que o trabalho trouxe: propostas que tiveram resposta, clientes que voltaram a comprar, cotações que saíram no prazo. É essa comparação que a prestação de contas permite, conta por conta, sem média de mercado e sem promessa.
Quando a comparação não fecha, a pergunta é simples e chega cedo: este fluxo deve continuar como está, mudar de jeito ou parar? Quem responde é a sua empresa, com o número na mão.
