Revenue AIOS
O trabalho tem endereço.
Onde mora o trabalho feito pela sua receita.
Pergunte a um diretor comercial onde está o histórico de um cliente importante. A resposta costuma ter mais de um endereço. O pedido chegou pelo WhatsApp. O preço está numa planilha. A última condição foi combinada por e-mail. O resto está na cabeça de quem atende a conta há mais tempo.
Cada um desses lugares funciona. O problema é que nenhum conversa com os outros, e nenhum segue uma regra comum.
Vários endereços, nenhuma regra
Com as ferramentas de IA, o quadro ficou mais espalhado. Cada time usa a sua, com a própria conta, sem que ninguém saiba quanto custa, o que foi enviado a ela ou o que ela fez em nome da empresa. O trabalho acontece. Só não tem endereço. E quando alguém pergunta por que uma proposta saiu com aquela condição, a resposta depende de quem lembra.
Para quem dirige, isso significa decidir com metade da informação. E significa não conseguir conferir o que foi feito.
Uma memória da empresa
O sistema do Oz começa por uma memória da empresa: clientes, propostas, conversas, tabela de preço e o jeito de cada tarefa, num lugar só, montada a partir do que vocês já usam.
Autorizado pela sua empresaCom o acesso que já tem
Sobre essa memória o Oz trabalha, a começar pela prospecção, no jeito da casa. Quem cuida da sua conta trabalha no mesmo sistema, à vista.
A memória não é um arquivo parado. O que entra pelas fontes conectadas passa a fazer parte dela.
Trabalho que não tem endereço não pode ser conferido.
Conferir, não acreditar
Um sistema de receita não deveria pedir que a empresa acredite nele. Deveria permitir que ela confira o que foi feito, quanto custou e o que espera decisão.
É por isso que a prestação de contas do Oz consegue ser curta. O trabalho já tem endereço, e a prestação de contas só aponta para ele. Quando a diretoria quer ver mais, sabe onde procurar.
